Tolerância

Publicado: maio 20, 2002 em Cinema
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Tolerância (2000)

Um casal mergulhando num jogo, não programado, de infidelidade, erotismo e tolerância. Personagens com valores diferentes da sociedade mais tradicional tumultuando um matrimônio que parecia tão sólido Entre aspirações políticas, e sonhos, Júlio (Roberto Bomtempo) e Márcia (Maitê Proença) vivem longos anos de casamento. Ela uma advogada inescrupulosa, ele um editor de fotos para revistas pornográficas. A confissão de uma pulada de cerca leva o traído a extrapolar sua libido e também buscar sexo com outra pessoa. O quanto um casal pode tolerar essas aventuras extra-conjugais?

O filme sai em busca de uma analogia entre a luta do MST e a vida conjugal. O filme todo é um mar de clichês, o diretor Carlos Gerbasenão consegue ir muito além da exploração da sensualidade de Maitê Proença e da presença como uma Lolita de, Maria Ribeiro. Sensualidade à parte, porque as interpretações nem são destacáveis, é necessário, realmente, muita tolerância para conseguir levar a trama até o fim.

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