O Casamento do Meu Melhor Amigo

ocasamentodomeumelhoramigoMy Best Friend’s Weeding (1997 – EUA) estrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

O auge da carreira de Julia Roberts nas comédias românticas. Já nasceu como novo clássico de um cinema de apelo popular fácil, de um público ávido por histórias que tenham romance e finais felizes. Um dos sinônimos do gênero, com todos os clichês possíveis e imaginários, sob direção de P. J. Hogan, mas poderia ter sido qualquer outro.

Jules (Julia Roberts) é uma crítica de culinária, não tem relacionamentos muito duradouros. Há nove anos, viveu um breve romance, de um mês, com Mike (Dermot Mulroney). Para variar não deu certo, mas nasceu uma forte amizade, que os anos consolidara. Não há segredos entre eles; ligações de madrugada são bem vindas, não importando o motivo. A quebra da barreiras da intimidade. Ao conversar com seu editor gay George (Rupert Everett), Jules recorda-se de uma promessa feita entre ela e Mike, de que caso eles chegassem aos vinte de oito anos, sem terem se casado com ninguém, eles ficariam juntos. A idéia agrada Jules, que começa a pensar mais seriamente nessa alternativa. Na mesma noite, Mike lhe telefona jogando um balde de água fria nos planos da amiga. Está de casamento marcado para o fim de semana, e a quer como madrinha.

A notícia abala Jules que resolve correr atrás de seu grande amor a qualquer custo. Ao conhecer a noiva (Cameron Diaz) linda, rica, compreensiva, apaixonada, dispara um belo resumo “Ela é irritantemente perfeita”. Eis a fácil tarefa de Jules: destruir o casamento e fazer seu amigo se apaixonar perdidamente por ela, num espaço curto de tempo. A trama já nasce de bases nada sólidas, tanta amizade e surge um casamento em 1 semana? E não para por ai, a química do casal não funciona bem, falta carisma para Dermot Mulroney no papel. Resta Julia Roberts, mesmo sendo uma vilã-romântica, conquistar o público, mantendo-o dividido entre torcer contra ou a favor. Auxiliada, é verdade, pelas aparições antológicas de Rupert Everett, principalmente na cena em que todos cantam I Say a Little Prayer, onde o clima festivo-amoroso transmite ao público essa pequena delicia mirabolante e água com açúcar.

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