O Quarto do Pânico

Publicado: agosto 26, 2011 em Uncategorized
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Panic Room (2002 – EUA)

Os méritos são todos de David Fincher. Este não é o tipo de filme em que a história consiga resgatar o mínimo interesse, o roteiro está lá apenas para oferecer ferramentas, insinuar situações, nada além de idéias (possibilidades) para que o talento do cineasta seja colocado à prova. Levar em consideração a elevação do drama com doenças e outros exageros melodramáticos é perder tempo com a purpurina enquanto o baile corre frente a seus olhos. O segredo está naquela cena em que você sabe exatamente o que vai acontecer, ela (Jodie Foster) vai correr aquele risco, é óbvio o que está por vir, ainda assim seu coração está na boca, batendo acelerado, sua mão suando, seus olhos não piscam, Fincher você venceu, deixou todo mundo eletrizado. Deve haver, pelo menos, uns trinta minutos de tensão extrema, umas 3-4 cenas que praticamente enlouquecem o público, tudo obra de Fincher que conduz o suspense com seus toquinhos modernos e a excessividade dramática do roteiro.

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