Poder Sem Limites

Chronicle (2012 – EUA/ING) estrelaestrelaestrela1_2estrela_cinzaestrela_cinza

Josh Tank começa surpreendendo, primeiro na utilização do Found Footage (técnica de filmagem que ficou famosa com A Bruxa de Blair) como forma de tornar documental a história de três adolescentes que pela curiosidade entram em contato com um imenso e estranho objeto, e, desde então, desenvolvem super-poderes (telecinesia).

O mais nerd do grupo carrega a camera para todos os lugares (esconde atrás dela sua timidez e incapacidade ser popular), e pelas lentes daquele cinegrafista amador entramos em seu habitat (escola e dificuldades no relacionamento familiar); porém o Found Footage é uma escolha e não unica opção orçamentária, já que não faltam efeitos especiais e uma sequencia épica (ou que almeja ser) de lutas típica de filmes de super-heróis.

O roteiro vai bem ao tonar aqueles jovens tão humanos, introvertidos ou ultra-populares, porém com seus problemas de relacionamento familiar, mãe doente, vida pouco confortável financeiramente. Assim como ao oferecer tais poderes a jovens irresponsáveis que abusam das traquinagens para “testar” suas capacidades. Eis que nesse ponto a história se prolonga em picuinhas e discursos quase moralistas até culminar de maneira abrupta nos reais fins que a dupla de roteiristas (o próprio cineasta e Max Landis) planejavam, sequencias de explosões e luta sem que as razões para aquele desfecho estivessem tão bem delineadas.

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