Impardonnables (2011 – FRA)

O escritor (André Dussollier) busca em Veneza paz para escrever seu próximo livro. Pretende alugar uma casa. Ao visitar uma delas pede a agente imobiliária (Carole Bouquet) em casamento, assim, sem mais nem menos. Dá até para entender, a beleza de Carole Bouquet, passando os 50 anos, é invejável. A trama se perde entre os coadjuvantes, André Téchiné tenta fazer como a vida, onde vários dramas e acontecimentos desencadeam-se ao mesmo tempo. Mas um filme não é a vida, e dentro de suas limitações os coajuvantes somem e reaparecem, as histórias ganham e perdem força, a irregularidade toma conta de tudo.

A filha que larga a família para viver uma paixão, a ex-amante de sua esposa que sofre com a velhice e com o filho presidiário. A própria relação do escritor com o garoto, além da descoberta, tardia, dessa coisa louca chamada ciúmes. Esse conjuntos de dificuldades, aliado ao desgaste de uma relação, questões financeiras-profissionais, enfim, as trivialidades da vida, fazem de Imperdoável uma salada bem temperada, mesmo que não tão apresentável e nem apetitosa.

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