Tony Manero

Tony Manero (2008 – CHL) estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Pablo Larraín dá a imagem o aspecto de anos 80, aquela coisa suja, meio marginal, que dialoga muito com o personagem cinquentão e pé-rapado, cuja vida orbita em torno do fanatismo pelo dançarino de Embalos de Sábado à Noite, e a possibilidade de ganhar um concurso de imitação de Tony Manero na TV. O Chile vive a era de ditadura de Pinochet, militares pelas ruas.

Nosso Tony Manero latino (Alfredo Castro) se mostra mesquinho, individualista, agressivo, um verdadeiro marginal (aos moldes Madame Satã) que rouba e mata sem remorso. Larraín mistura a situação política a do personagem em questão. O filme sofre de pouca inspiração e uma estranha adoração, de todos, pelo sujeito tão patético. A fórmula visual de longos planos fechados e/ou planos-sequencias é o ponto de oxigenação entre o fétido e a violência.

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