Era uma Vez Eu, Verônica

Publicado: dezembro 4, 2012 em Cinema
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eraumavezeuveronicaEra uma Vez Eu, Verônica (2012)

Verônica come, chora, transa, trabalha, bebe com as amigas, fala com seu gravador. Médica recém-formada, busca tratamento à sua própria alma. Não brilha, não vive a felicidade, não ama. Marcelo Gomes não consegue ir além de um O Céu de Suely 2, sem inspiração. O que havia de vibrante naquele filme, aqui soa como melancolia explícita. O vazio da alma representa o, praticamente, vazio do filme, como o apartamento que sofre com vazamento e não há quem conserte. Abre e fecha com uma sequencia de orgia na praia, uma espécie de libertação para quem vive tão presa entre a falta de respostas e a ausencia de alegria no viver.

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