Passion

passionPassion (2012 – FRA/ALE) estrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Na visão de mundo corporativo de Brian de Palma, os computadores não possuem senhas. A questão da hierarquia é um mero detalhe, e todos querem transar com todos (sejam homens e mulheres), e ao final, transam mesmo. As motivações sexuais regulam os comportamentos e movitações pessoais. É triste enxergar isso em de Palma, porém seu filme é repleto de tantos equívocos, que nem com toda boa vontade do mundo um fã poderá defendê-lo.

Seja pelas atuações fora de tom – Noomi Rapace sofrível, Rachel McAdams patética, ou pela necessidade de transformar a disputa de egos em thriller erótico, nada se parece com os climax geniais de Femme Fatale ou Vestida para Matar (só como exemplos). Seu remake do filme francês, Crimes de Amor, não passa de sombra do gênero que ele planeja desenvolver.

Falta vida, falta amor, a tensão surge de forma artificial, além de um plano saindo da posição de uma gaveta, oou uma tomada aérea, não há nada que se salve. E quando pensamos no roteiro, no desenvolvimento do crime, tudo parece coisa de amador.

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