O Sequestro

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Piratas não são figuras tão antiquadas assim, eles até saíram de nosso imaginário, vivendo perto do período do descobrimento. Por incrível que pareça, com pouco alarde, estão presentes até hoje, sequestrando embarcações, atualizados com as tecnologia e táticas de negociação.

O diretor Tobias Lindholm divide em duas frentes sua história, promete um filme tenso quando sequestradores africanos invadem uma embarcação e pedem resgaste à companhia européia. Porém, o foco não será exatamenteosequestro2 a violência e terror psicológico a bordo. A concentração principal da história será no mundo corporativo, em como a empresa lida com a situação e negocia o resgate.

Filmes do mundo corporativo dificilmente conseguem escapar de uma monotonia, uma paleta de cores bege que influencia atuações, conflitos, e ambientes. E aqui não é diferente, a tensão e emoção do CEO que comanda a negociação jamais chega ao nível do que realmente está acontecendo dentro daquela sala de reunião. Lindholm faz tudo muito real, palpável, ainda assim por demais corporativo, o choro não chega aos pés do drama vivido.

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Um comentário sobre “O Sequestro

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