grigrisGrigris (2013 – CHA/FRA) estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Nem posso imaginar a quantidade de esforços de Souleymane Démé para virar um dançarino espetacular, ele sofre de alguma deformidade nos membros posteriores, mas sua ginga e desenvoltura são realmente emocionantes. Está claro que o cineasta Mahamat-Saleh Haroun deve ter se encantando com o Démé e criou uma história para Grigris.

Dentro da crueza da vida africana (aqui retratada na capital de Chade), o roteiro circunda pelos clichês de sempre. Grigris precisa de dinheiro, se envolve com o contrabando de gasolina, em algum momento isso vai dar errado. O melhor do filme é sua relação com Mimi (Anaïs Monory), que traz luz à história, desde sua primeira aparição tirando fotos, depois quando nos surpreende com seus cabelos, e mais além, quando a África tribal entra na história. Essa realidade seca que Haroun tão bem retrata em seus trabalhos anteriores, aqui sofre pelo excesso de dramas que penalizam seus protagonistas o tempo todo.

comentários
  1. […] Grigris, de Mahamat […]

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s