Gloria

gloriaGloria (2013 – CHL) estrelaestrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinza

Divorciada, cinquenta anos, Glória (Paulina Garcia) vive sua vida. Em bailes dança, flerta, sai em busca de um relacionamento, sem pudores. É uma mulher moderna, madura, um pouco desequilibrada (como quase todas as mães são). O diretor Sebastian Lelio desenvolve essa fotografia de uma mulher cheia de vida, que não deixou seus fracassos a abaterem. Longe de um tradução definitiva da mulher contemporânea, o filme se coloca apenas como um recorte, bem-humorada ou dramático, da mulher e os tempos de hoje.

O estado civil que nunca é definitivo, o estado de espírito que pode variar da felicidade plena a decepção profunda, e as relações pessoais tão complexas e intempestivas. Lelio demonstra que não importa a idade, homens e mulheres se dividem entre atos infantis, alegrias absolutas, redescobrem o sexo a cada nova relação. Que a arte de se relacionar é de um eterno aprendizado. Paulina Garcia oferece uma cara de espírito livre a sua personagem, uma mulher aberta para o amor, cheia de fragilidades, mas ainda assim capaz de encarar de frente desafios e aventuras, ou de colocar pontos finais mesmo que a carência fale alto.

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Um comentário sobre “Gloria

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