Luto

Publicado: fevereiro 2, 2014 em Cinema
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O domingo da tragédia. 

Com Eduardo Coutinho aprendi a admirar a simplicidade que faz a beleza, sem falar na obra-prima Jogo de Cena, ele me faz rir, chorar, cantar e aplaudir dentro do cinema.

Com Philip Seymour Hoffman meu estômago ficou amargo algumas vezes, tamanha sua capacidade de criar personagens monstruosamente inesquecíveis.

Domigo de lamentações, de não querer acreditar. Um que fugia dos clichês morreu pela overdose, o clichê das mortes prematuras no meio artístico. O outro de uma forma tão inesperada quanto a reação de seus entrevistados, a brutalidade do filho.

 

 

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