Branco Sai, Preto Fica

brancosaipretoficaBranco Sai, Preto Fica (2014) estrelaestrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinza

O explosivo novo filme de Adirley Queirós foi o grande vencedor do último Festival de Brasília. O diretor retoma sua crítica social ao expor a vida na cidade satélite de Brasília. O contexto vem da distância financeira dos pobres de Ceilandia do Plano Piloto, mas também dessa onda de violência e terrorismo mundial. O protagonista quer explodir uma bomba em Brasília, elabora cuidadosamente os ingredientes explosivos (música da periferia, por exemplo).

É um filme delírio, como também um honesto panfleto dessa cultura urbana. Futurista, uma ficção científica do hip hop. A vingança do deficiente físico atingido por um tiro, num baile funk, encabeça toda a cultura que Brasília mantém afastada, por mais enraizada que esteja em seu entorno. O filme de Queirós é divertido, e espalhafatoso, carregado do linguajar das ruas, e insandecido pela ideia da explosão pela cultura reprimida.

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Um comentário sobre “Branco Sai, Preto Fica

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