Beira-Mar

beira-marBeira-Mar (2015)  estrelaestrelaestrela1_2estrela_cinzaestrela_cinza

Tem sido bem recebido o primeiro filme da dupla Filipe Matzembacher e Marcio Reolon. Festival de Berlim prêmio no recente Festival do Rio, vai fazendo uma carreira interessante. Em entrevistas, os dois diretores chegaram a comentar que o filme tem pequenas situações e tipos de personagens autobiográficos, coisas que um deles viveu, e que unificaram essas experiências numa única história. E o resultado traz essa sensação de frescor íntimo. São dois amigos bem jovens, numa pequena viagem ao litoral gaúcho. Jovens sozinhos numa casa é sinônimo de festinha, bebida, garotas, música e preservativos.

Com olhar suave, e planos que variam entre o muito íntimo e o distanciamento estético, o filme tenta dar conta do grau de amizade daqueles dois. É exatamente no relacionamento deles que acaba pecando, quando o terceiro ato diz exatamente ao que veio, consegue ser mais honesto. Até lá, o roteiro se esgueira por caminhos incompletos, da estranheza da juventude à necessidade de se esconder o que nem sempre era preciso. Diálogos simples, conversam que não decolam, entre planos bonitos que parecem traduzir até a brisa do mar.

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