Tangerina

tangerinaTangerine (2015 – EUA) estrelaestrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinza

Sean Baker segue abordando personagens marginalizados pela sociedade. Do negro vendedor de produtos falsicados (Príncipe da Broadway), à jovem que ganha a vida como atriz de filmes pornôs (Uma Estranha Amizade), e agora a véspera de Natal de duas transexuais negras. O filme ganhou maior notoriedade por ter sido todo filmado com Iphone, e é impressionante a qualidade técnica da imagem e a estreita relação que o tipo de imagem causa com o público, quase um avanço concenitual na sensação de documentário.

A relação estreita de roteiro e personagens, a sensação de improvisação, é tudo muito vívido, por mais que a metade demonstre claros desgastes dramatúrgicos. As transexuais partem em busca de um taxista cafetão, que tem lá seus desejos sexuais, enquanto uma sonha com sua carreira musical, a outra descarrega a fúria ciumenta intensificada por sua recém saída da cadeia. Sean Baker dá o dinamismo urbano que leva o público para dentro daquele dia agitado de Natal.

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Um comentário sobre “Tangerina

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