Sr. Turner

mr_turnerMr. Turner (2014 – RU) estrelaestrelaestrela1_2estrela_cinzaestrela_cinza

Os melhores trabalhos de Mike Leigh primam pela explosão dramática, pelos dramas pessoais, ao trazer aos cinemas a vida do pintor britânico William Turner (Timothy Spall), Leigh se vê diante de uma figura tão talentosa quanto escrota no trato social. Turner beira o insuportável, egocêntrico, desinteressado com a família, vaidoso. O filme rebusca-se em torno da reconstituição de época, mas se pega arrastado com as convenções técnicas e discussões entre pintores por espaço em exposições.

É verdade que o filme até consegue dar dimensão da figura de Turner, de sua obra, e a representativade para a comunidade cultural britânica, por outro lado é de um tradiocionalismo que só consegue ser quebrado, em algumas cenas, pelos comportamentos antissociais e repugnantes de Turner. Por sua completa falta de etiqueta, descontrole emocional, arrombo sexual, um talento inesgotável dentro de um corpo bruto e truculento.

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