Marguerite

margueriteMarguerite (FRA/BEL/TCH – 2015) estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Entre a doçura e a ingênua excentricidade megalomaníaca, o que há de interessante na personagem Marguerite Dumont (Catherine Frot) não dura mais do que cinco minutos. Na França de 1920, a milionária demonstra uma alma “gentil” e acredita piamente que pode ser uma cantora de ópera. Entre o rico e o ridículo, o diretor Xavier Giannoli conduz a trama no piloto-automático dos filmes de época

Fora da “cegueira auditiva”, e dos espertalhões que tentam se aproveitar da excêntrica ricaça, não resta nada além de um imenso vazio enquanto o filme tenta se estabelecer como comédia dramática de quem “acredita nos sonhos”. Há de ser pouco exigente para se interessar pelos ensaios do recital que Marguerite prepara como razão de sua existência. Mas, não faltam os pouco exigentes, afinal, o filme não só concorreu a mostra competitiva de Veneza, e ganhou vários prêmios técnicos do Cesar (incluindo melhor atriz para Frot).

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