A Comunidade

acomunidadeKollektivet (2016 – DIN) estrelaestrelaestrela1_2estrela_cinzaestrela_cinza

A ideia vem da esposa (Trine Dyrolm), viver na grande casa onde o marido (Ulrich Thomsen) cresceu, com a filha adolescente, e convidar um grupo para uma vida em comunidade. Anos 70 na Dinamarca, mas a ideia nem é tanto pelo lado hippie de amor livre, e sim pela possibilidade de casa cheia, de trocar experiências. Thomas Vinterberg demonstra pouco interesse pela vida em comunidade, a turma da casa não passa de coadjuvantes como amigos próximos da família.

O cineasta dinamarquês persegue a desconstrução familiar, o casamento em ruínas, que apenas em parte é potencializado pela vida em comunidade. Forma assim um encaixe estranho ao roteiro, cuja comunidade permite exagerar na miséria humana em sequencias à mesa bem semelhantes ao filme que colocou Vinterberg na mira do cinema internacional (Festa de Familia).

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2 comentários sobre “A Comunidade

  1. Puxa Michel, eu gostei tanto deste filme… Eu percebo no filme que o Vinterberg quis fazer uma alegoria da história do filme com a história do mundo, utilizando o fim do “paz e amor” como objeto. Em entrevista, ele disse que passou toda sua infãncia em uma comunidade, mas acho que a intenção real dele neste filme, era mostrar que ” se um não quer, todos não brigam” hahaha!

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