Sully – O Herói do Rio Hudson

sullySully (2016 – EUA) estrelaestrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinza

Clint Eastwood chegou a um absurdo ritmo narrativo que você, simplesmente, presta atenção maravilhado ao domínio na arte de contar histórias. Clássico, além da maturidade, seu ritmo sobrevive sóbrio, como um instrumento que nunca desafina, muito menos sai do tom.

No recorte da vez, o curioso caso do avião que pousou sob o Rio Hudson, em Nova York, devido a problemas ocorridos após a decolagem. Da transformação em herói ao severo questionamento se sua decisão foi acertada, eis o calvário que enfrenta Sully (Tom Hanks) no exato momento em que o filme dá início. Entre flashback’s e a investigação, Clint vai e volta (até se repete algumas vezes descessariamente) nos fatídicos segundos em que a tripulação teve para analisar opções até optar pela arriscada aterrisagem.

Não é um filme diferente do que o cineasta tem feito, mas não deixa de ser outra visão humana e emocionante, que colocada num tom tão sereno, facilmente criar a atmosfera para que o público tenha laços fortes com o drama de Sully e seus passageiros. Dificil não se emocionar com os agradecimentos entusiasmados, a celebração à vida, ainda que o filme tente sustentar o suspense no julgamento da tripulação, sempre pelo prima de Sully, esse tipo de herói comum e cristalino que funciona perfeitamente na visão nacionalista de Clint.

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