A Vida de Uma Mulher

Une Vie (2016 – FRA/BEL) 

Os filmes de Stéphane Brizé tem sido prestigiados pelas seleções dos principais festivais de cinema, este trabalho mais recente esteve presente na competição principal do festival de Veneza. O mais curioso é compará-lo com o trabalho anterior (O Valor de um Homem, prêmio de melhor ator em Cannes), os títulos em português deixam ainda mais evidente essa mudança antagônica de protagonismo, e de tentativa de capitar algo da essência de homem (no anterior) e mulher (no atual).

É uma história de época, Judith Chemla vive a represetanção da vida de uma mulher burguesa durante o século XIX. O casamento, as dificuldades de relacionamento, a decadência financeira, as fragilidades. É uma protagonista sofrida, passiva, sempre dominada por homens (marido ou o filho). Brizé opta por uma janela quadrada, que dá a sensação mais claustrofóbica de seus dramas, é uma escolha acertada, dentro de uma narrativa quase modorrenta de tão batida.

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