Nádia, Borboleta

Publicado: julho 21, 2021 em Cinema

Nadia, Butterfly (2020 – CAN)

Incômodo, claustrofóbico, competitivo. A primeira parte do filme é muito competente em trazer mais que os bastidores do esporte de alta-perfomance, e sim muito do espírito competitivo, da tensão, do desgaste. A câmera em planos-fechados, a nadadora jovem que já planeja se aposentar, a pressão por uma medalha, rivalidade.

Depois da competição o filme parte para outro pontos de bastidores, as famosas festas na Vila Olimpíca entre atletas jovens e cheios de vida, as entrevistas, e o que vem a seguir. Essa parte não é tão intensa, nossa protagonistas é amargurada, até comum ar superior pelo que decidiu trilhar a seguir, ainda assim o filme parece bastante verossímil e forma um quadro curioso que foge dos clichês de superação que tomaram os dramas esportivos de uma forma que qualquer coisa já é um alívio. Que tristeza ver um filme sobre as Olimpíadas que sabe-se lá quando irão ocorrer.

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