Posts com Tag ‘Barbra Streisand’

nasceumaestrelaA Star is a Born (1976 – EUA) estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Um filme sobre amor, decadência, mas principalmente sobre a inveja. E a inveja cegue, magoa, e corrompe de maneira amarga relacionamentos. Remake de grande sucesso protagonizado por Judy Garland, nos anos 50, o diretor Frank Pierson peca por não privilegiar nada, nem romance, muito menos drama ou musical, resultando num misto de superficial e sensação de história esticada.

Kris Kristofferson é a estrela de rock que se apaixona pela jovem cantora de barzinhos (Barbra Streisand). O relacionamento vem de encontro a fase de decadência do cantor, devido ao consumo excessivo de drogas e álcool não emplaca mais sucessos, sempre arrumando brigas. Enquanto isso, sua nova companheira é descoberta e começa a brilhar, o jeito doce e espontâneo e seu belo cantar a transformam num ícone musical de enorme sucesso.

Glamour x decadência, como um relacionamento pode resistir? A estrela nasce em meio ao convívio conturbado, ao amor despedaçado pela queda vertiginosa de seu companheiro de vida boêmia e sem pudores. Os melhores momentos do filme são os quadros musicais de Barbra Streisand, enquanto Kristofferson se esforça em dar toda intensidade a seu personagem tão problemático.

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 essapequenaeumaparadaWhat’s Up Doc? (1972 – EUA) estrelaestrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinza

Barbra Streisand engraçada, meiga, e com seus belos olhos azuis. Ryan O’Neal faz a escada para Streissand brilhar. E assim transcorre a comédia, tola e divertida, de Peter Bogdanovich. Grandes confusões envolvendo troca de malas, assaltantes, agentes do governo, perseguições, seqüestro, tiroteios, uma infinidade de argumentos.

O filme começa com um homem misterioso, pegando uma mala xadrez, com documentos secretos, no aeroporto. Um atrapalhado agente do governo o persegue. Em outra mala idêntica, o musicólogo Howard Bannister (Ryan O’Neal) traz sua coleção de pedras. Outra mala idêntica xadrez é de propriedade da espevitada Judy Maxwell (Barbra Streisand), que adora arrumar. Se a coincidência era pequena, o roteiro aumenta um pouco colocando todos no mesmo hotel, onde se hospeda também uma senhora com suas jóias guardadas em uma mala xadrez.

Imagine só a confusão das malas, afinal todos se hospedam no mesmo andar do hotel (comédia tola é eufemismo). Para apimentar um pouco mais, Judy tenta paquerar o quieto Howard. Bogdanovich não se preocupa com os exageros, mas sim com criar confusões que possam oferecer humor fácil e leve. Além das confusões de trocas, há ainda a célebre cena da quebra de um vidro enorme (tão copiada na história do cinema), om mais instigante é esperar quem vai quebrar aquele vidro, com tantos carros passam de raspão por ele.