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Boiler Room (2000 – EUA)

Alguém realmente aposta em Giovanni Ribisi como um ator promissor? A resposta, aparentemente, é positiva, afinal ele tem sido figura presente no cinema atual. Aqui é o protagonista do filme do diretor estreante Ben Younger, um dramalhão cansativo e ultrapassado sobre a relação pai e filho. Um jovem trambiqueiro (o pai juiz e ele abriu um cassino clandestino) no mundo de Wall Street sofrendo forte pressão familiar sob as expectativas de fortuna fácil. O emprego promete seu primeiro milhão em três anos, o sistema de vendas é extremamente agressivo, sua estratégia é “Cada ligação é uma venda”.

Cada nada fácil é o que parece ser, a trama guarda surpresas ao jovem, incluindo envolvimentos amorosos e investigação policial. Nada passa do banal e Ribisi nunca ajuda a mudar esse panorama.

O filme ainda parece fazer questão de desperdiçar personagens, como o corretor Chris (Vin Diesel) e o enigmático Michael (Tom Everett Scott). Se há algo interessante são as aparições de Ben Affleck como um consultor de treinamento para os jovens corretores, seu discurso direto e certeiro e o único fio de esperança até que tudo isso acabe.

maisqueoacasoBounce (2000 – EUA) estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Outra comédia romântica típica, dessa vez brincando com os mistérios do acaso. Um publicitário de sucesso, Buddy Amaral (Ben Affleck), véspera de Natal, atrasos, novas amizades entre o caos do aeroporto e a gentileza de troca de passagens, com um desconhecido, após o garanhão conquistar outra desconhecida. O avião cai, nenhum sobrevivente. A tragédia mexe com Buddy, o peso da culpa o leva ao álcool e desleixo no trabalho. Acaba é internado no AA, por seis meses, e ao sair, decide ajudar as pessoas que ele fez mal (um dos mandamentos do AA). E a primeira pessoa que ele escolhe? A viúva do desconhecido com quem ele trocou a passagem.

Abby (Gwyneth Paltrow) havia se tornado corretora de imóveis,  e morava com seus dois filhos, após a morte do marido. Buddy se aproxima, o intuito era ajudar, mas acaba apaixonado. Porém, como toda comédia romântica típica, lá vem a grande virada que gera briga, desencontro, separação. Momento para a tentativa de reconquista. Fora os senões absurdos do roteiro, desde o conceito relativo de Buddy ter prejudicado Abby, afinal nunca adivinharia que o avião iria cair, até a idéia fora de propósito do julgamento. (artificio barato para declarações emocionadas).  O diretor Don Roos apenas segue a cartilha do gênero.