Posts com Tag ‘Christopher Lloyd’

osanjosentramemcampoAngels in the Outfield (1994 – EUA) estrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Produção da Disney, remake de um filme homônimo de 1951, sobre um garoto, Roger Bomman (Joseph Gordon-Levitt), que pede ajuda a Deus, para que o time de beisebol da cidade ganhe o campeonato. Roger mora num lar para crianças, que serão encaminhadas para adoção. Seu pai está partindo da cidade, e diz ironicamente que, só se o Angels (último colocado) fosse campeão, eles voltariam a morar juntos. O garoto se apega a essa possibilidade, e pede a Deus para ajudar o time.

Ele e seu amigo JP (Milton Davis Jr) vão a todos os jogos dos Angels, e no primeiro jogo, após o pedido, Roger vê dois anjos ajudarem um dos jogadores a pegar uma bola. Maravilhado, o garoto percebe que ninguém viu os anjos, e o chefe dos anjos (Christopher Lloyd) lhe conta que eles estão ali para ajudá-lo em seu desejo.

Direção bem leve de William Dear, filme típico da Disney oitentista, repleto de humor físico exagerado e muitos personagens atrapalhados, além de dramas de alta comoção (como na entrevista coletiva). Personagens bobinhos demais, outros desnecessários, como o jornalista sarcástico. O filme ganha mesmo nos diálogos entre Glover e os garotos e nas rápidas aparições de Lloyd.

souounaosouTo Be or Not to Be (1983 – EUA) estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Comédia do Mel Brooks. Esse rótulo já diz muita coisa, ou quase tudo sobre um filme. A trama pastelão foi parar na Segunda Guerra Mundial, o casal de astros do teatro polonês nos anos 30, Frederick Bronski (Mel Brooks) e Anna Bronski (Anne Bancroft) tentam fugir, com seus amigos, entre eles judeus e homossexuais, da invasão Nazista à Polônia. Para isso uma trama rocambolesca, e uma série de confusões, com envolvimento de espião da Gestapo, flerte a um jovem militar (Tim Matheson) do exército alemão, e as mais terríveis confusões que colocam Frederick no “papel da sua vida”.

São várias as citações a Shakespeare, de Hamlet a O Mercador de Veneza. Tom político suave, erros históricos grosseiros, o diretor Alan Johnson está ali comandando o entretenimento, mas quem manda é Mel Brooks. Inserções musicais simples, tudo para Mel Brooks pintar a bordar como preferir, tudo dentro do seu estilo de comédia, ultrapassada, porém divertida.