Posts com Tag ‘Drew Barrymore’

todosdizemeuteamoEveryone Says I Love You (1996 – EUA) estrelaestrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinza

Visto atualmente ele parece mais que um típico filme de Woody Allen, e sim um típico e atual filme do cineasta. Afinal, além do tom positivo, ele é filmado entre NYC, Paris e Veneza, quase um precursor dessa fase mais turista do diretor.

As inserções musicais, o humor padrão, o universo enorme de personagens e atores consagrados, as manias do personagem de sempre interpretado por Allen, está tudo ali. A trama principal sobre um romance nascido de uma falsa relação (o cara pega as dicas das lamentações da mulher na psicóloga e se mostra como o “homem dos sonhos”), divide muito espaço com os outros casais que se amam, se separam, vivem suas vidas de emoções. É Allen doce com o amor, vendo no brega a beleza, acreditando que nas aventuras que se tem certeza do amor.

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elenaoestataoafimdevcHe’s Just Not That Into You (2009 – EUA/ALE) estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Um grande filme de autoajuda para mulheres românticas, sensíveis, desesperadas por um namorado, e “cansadas” de serem mal-tratadas e desprezados por homens que não (ou pouco) se interessaram por elas. Também um filme sobre relacionamentos em dificuldade, sobre casamento e a mística que o envolve, sobre o desgaste da relação. Quer dizer, um senão de temas, em histórias interligadas, e desconexas, dentro de seu contexto.

Ken Kwapis brinca com as relações na sociedade moderna. Mulheres que se dedicaram mais a carreira do que a seus casamentos. Homens exemplares no âmbito do relacionamento, só que tem ojeriza ao matrimônio. Mulheres usando homens como estepe, válvula de escape quando sozinhas ou desamparados. E também um barman guru do amor, oferecendo seus conselhos a uma mulher desesperada para desencalhar.

Há ainda outras vertentes dessas histórias, e Kwapis almeja soar interessante com seus argumentos e as estrelas que desfilam sob sua direção. Pena que o ego de seu filme exija esse rótulo de manual para que as mulheres percebam suas “falhas”, seus comportamentos repetitivos e evasivos. Resumindo, o filme julga e rotula abusando de estereótipos e clichês, que apenas naufragam suas intenções.

Claro que dentro de toda essa embromação desempolgante, vamos nos divertir com Mary (Drew Barrymore) sofrendo com as paqueras tecnológicas, com o affair atraente de Ana (Scarlet Johansson) e Ben (Bradley Cooper), pelo desespero destemperado de Gigi (Ginnifer Goodwin) na espera por um telefonema, e iremos nos enxergar em algumas situações, apontar nossos pares e amigos, e as mulheres sonharem a perfeição em forma de cônjuge que é Neil (Ben Affleck).

Amor Louco

Publicado: junho 25, 2002 em Cinema
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amorloucoMad Love (1995 – EUA) estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

A velha história dos opostos que se atraem. Ele, Matt (Chris O’Donnell) é todo certinho, mora com seu pai e o casal de gêmeos mais novos, muito esforçado e responsável, cuida dos irmãos, da casa e dose estudos. Já a nova vizinha, Casey (Drew Barrymore) é maluquinha, adora criar confusões e é extremamente problemática. Típico filme juvenil, com doses de amor à primeira vista e loucas aventuras.

O romance é interrompido por uma tentativa de suicídio de Casey, relação difícil com o pai autoritário. Casey é internada numa clínica e afastada do namorado. Eis que o filme de Antonia Bird realmente começa, e perde completamente o ritmo. Matt tira Casey de lá e os dois caem na estrada. Romântico e irresponsável , não? Tal qual o filme, sem pretensões e nem profundidade. Eles curtem o amor e acreditam que assim ela não sofrerá de nenhum outro transtorno, mas a vida não é assim.

 

 

aspanterasCharlie’s Angels (2000 – EUA)  estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Sabe desgosto? Mas, desgosto mesmo? Quando sentei para assistir foi sintomática a lembrança série antiga, que fez tanto sucesso nos anos setenta, e eu pude descobrir nas reprises dos oitenta. Como era gostoso ver as três detetives solucionando os casos, com charme absurdo. Eu ainda tinha esperanças que o filme trouxesse um pouco do glamour da série, mesmo já esperando cenas de ação (estilo Matrix). Só que o estreante McG, diretor de videoclipes do Offspring, Smash Mouth e Sugar Ray, conseguiu transformá-las nas Meninas Super-Poderosas. Uma espécie de versão feminina de Missão Impossível. Coitadas de Kelly, Gil e Sabrina.

O roteiro é composto daquelas ideias mirabolantes, sequestro, recuperar software. Bill Murray empresta seu humor fino, enquanto as garotas tentam se dividir entre a mais sexy, a apaixonada e a mais violenta. É quase um filme de humor B, muito trash, marcando a total descaracterização do original. É uma pena!