Posts com Tag ‘Glenn Close’

guardioesdagalaxiaGuardians of the Galaxy (2014 – EUA) estrelaestrelaestrela1_2estrela_cinzaestrela_cinza

O humor tomou conta dos últimos filmes da Marvel. O estúdio encontrou a fórmula perfeita que tem atingido em cheio seu público, mas essa fórmula não pode apresentar sinais de desgaste em breve? O trailer causou comoção entre os críticos, via twitter, foi uma febre. As cabines de impresa não foram diferente. Muita gente gostando da nova farofada da Marvel, dirigida por James Gunn.

O que Guardiões da Galáxia tem de diferente? Nada, além do fato de ocorrer no espaço. É um Avengers, com personagens nem tão marcantes e/ou conhecidos, com humor por todos os lados, e uma adicional pegada pop (focada nas músicas anos 70) que só consegue atingir os trintões e quarentões.

De resto são brutamontes e ideias mirabolantes de roteiro que sempre resultam no sucesso dos mocinhos. É muito pouco quando observamos o saldo da quantidade de filmes de super-heróis que são lançados todos os anos. Haja bom humor e a mesmice forjada por excepcionais efeitos especiais.

Não entrega o grande filme que promete, nenhum personagem tem carisma, não consegue ser Star Wars e individualmente são heróis praticamente esquecíveis. Fora a incapacidade de criar um vilão marcante. Resultado final é uma farofada para ser aproveitada com algum combo das redes de cinema e depois ouvir Marvin Gaye o resto do dia.

Dangerous Liaisons (1988 – EUA) 

É um super jogo de sedução e conquista, inveja, interesse, e por que não vingança, em meio a nobre corte francesa do Século XVIII. Não há limites, apenas objetivos, e quanto maior o desafio, mais prazer ao vencedor. No centro temos um conquistador, Visconde de Valmont (John Malkovich), que prima por sua fama, sem pudor ou arrependimento, e vive como se seu coração jamais pudesse ser conquistado. E a invejosa Marquesa de Merteuil (Glenn Close) que não quer permite que o ex, case-se, com uma jovem virgem (Uma Thurman). É proposta uma troca, seduzir r a dozela primeiro, pela influências que façam o Visconde conquistar o coração de uma esposa fiel e devotada, Madame de Tourvel (Michelle Pfeiffer).

Que delicioso jogo de sedução dirigido por Stephen Frears, no auge de sua carreira e sua estreia em Holywood, sendo agraciado com 3 Oscars. Interpretações envolventes, jogo de palavras para conquista de corpo e alma, e novos personagens, e amores, que ajudam para bagunçar, ainda mais, essa rede de intrigas de época. Baseado no romance epistolar do francês, Pierre Choderlos de Laclos. O cinema como combustível para vaidade.

seraqueeleeIn & Out (1997 – EUA) estrelaestrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinza

Cameron Drake (Matt Dillon) é um galã de cinema, no auge da carreira. Ao receber, o tão sonhado Oscar, faz um agradecimento especial ao professor de literatura de sua cidade natal, Howard Brackett (Kevin Kline). Até ai tudo bem, o inesperado da declaração é afirmar (para o mundo tod) que Howard é gay. Afinal, Howard é noivo e nunca havia demonstrado qualquer dúvida sobre sua opção sexual. A declaração causa rebuliço em toda a cidade, chegando a causar dúvidas até no próprio professor. Tudo isso a poucos dias antes de seu casamento com Emily Montgomery (Joan Cusack).

As pessoas começam a questionar e reparar nos hábitos do professor, procurar sinais de homossexualismo. A imprensa chega à cidade para conhecer o tal professor do astro de Hollywood, um deles, Peter Malloy (Tom Selleck), estende sua permanência para preparar uma reportagem mais detalhada sobre o caso. E, no meio dessa confusão toda, Howard precisa ter certeza, se é gay ou se deseja se casar com Emily.

Comédia simples e objetiva, seu papel importante é de tratar de maneira leve a questão do homossecualismo, colocando em pauta um assunto de forma que crianças e adultos não o vejam como agressivo. Paul Rudnick criou este roteiro após ouvir as homenagens de Tom Hanks a um professor gay seu quando recebeu seu Oscar por Filadélfia. O diretor Frank Oz abusa de clichês e cenas sensacionalistas, principalmente o final carregado de melodrama e emoção. É Kevin Kline quem brilha, junto com o ótimo elenco de apoio (Wilford Brimley, e até Glenn Close e Whoopi Goldberg). Se contaginar pela música naquela cena que se tornou clássica, quem nunca?