Posts com Tag ‘Mary Elizabeth Winstead’

ruacloverfield1010 Cloverfield Lane (2016 – EUA) estrelaestrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinza

E vem surgindo um universe expandido que pode repender uma dezena de filmes independentes, apenas focando em diferentes visões de um mesmo grande acontecimento. O primeiro Cloverfield trazia dinamismo, em seu found footage, enquanto um desastre gigantesco ocorria em Nova York. Não se sabia se era uma guerra, se era uma invasão alienigna, se era um terremoto, apenas o caos e a luta por sobrevivência. E o filme funcionava muito bem, principalmente em sua primeira metade.

Eis que surge o novo filme, dessa vez sob direção do estreante Dan Trachtenberg. Estilo completamente diferente do anterior, uma garota (Mary Elizabeth Winstead) sofre um acidente de carro, quando acorda está medicada, mas presa numa espécie de bunker. Lá fora, teria ocorrido um ataque, armas químicas, sair seria suicídio. Howard (John Goodman) foi quem construiu o local, esperando que algo do tipo ocorresse no futuro. Sua figura suspeita oferece a dualidade do que realmente ocorre, e se ele é alguém precavido ou um maníaco serial killer. Ali perdido ainda há Emmett (John Gallagher Jr.) que confimra a história de destruição em massa, mas também estranha os comportamentos estranhos do líder.

Rapidamente podemos relacionar com o filme O Quarto de Jack, mas aqui é o suspense gerado pelas incertezas o grande mote. A dúvida da conduta, a incerteza do que pode ter ocorrida no mundo, travam uma pequena guerra silenciosa naquele bunker, enquanto sabe-se lá o que acontece mundo afora. E Trachtenberg consegue dar cabo do clima claustrofóbico, das insinuanções e nuances que criam a rede de relações e tensões entre os três personagens. Até o final, finalmente, se conectar a esse universo expandido que Cloverfield, vai criando, vem ai uma franquia que pode se permitir diversos formatos, e filmes que vivem bem agté de forma independente.

Anúncios

Smashed

Publicado: abril 5, 2013 em Cinema
Tags:, ,

smashedSmashed (2012 – EUA) estrelaestrelaestrela1_2estrela_cinzaestrela_cinza

Eles bebem sem limites, e compartilham esses momentos felizes. Ele (Aaron Paul) ainda pode curar a ressaca em casa, trabalhando como jornalista freelancer. Ela (Mary Elizabeth Winstead) encara uma sala de aula, enfrentar a ressaca não é tão fácil assim. James Ponsoldt é mais um a trazer o alcoolismo ao cinema, e o faz sem novidades, sem brilho, o medíocre simpático.

Entre a atitude de perceber o buraco em que se enfiando e buscar ajuda, há o abismo entre o casal. Ela encara o AA, e a relação vive sobre desgaste, obviamente. Ponsoldt narra essa busca por “redenção” , sempre louvável,  sempre ingrata. Só não conseguem ir além do “mais do mesmo”, uma reunião do AA aqui, uma briga de casal ali, a incompreensão da sociedade pelo erros cometidos. Enfim, Ponsoldt refilma o drama alcoólatra, correto, e repetido.