Posts com Tag ‘Orlando Bloom’

ohobbit3The Hobbit: The Battle of the Five Armies (2014 – NZL) estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Nítida sensação de cansaço com a Terra Média e seus povos. O último capítulo da saga é de batalhas sem fim, anões, elfos, orcs e etc travam batalhas simultâneas. Outro show de efeitos especiais para Peter Jackson e sua turma, falta dramaturgia, falta aquele cinema que não é feito no computador. Ser o melhor da trilogia não chega a ser mérito, o sucesso não chega aos pés da trilogia Senhor dos Anéis, culpa da repetição, do cansaço do público, afinal, a fórmula apenas se repete. Seis filmes, com mais de 2-3 horas cada, é de uma quantidade de informações repetidas que só poderia provocar desgaste no público. Obviamente que é lucrativo, mas, desde que se transformou nessa monstruosidade de um anova trilogia, que ficou nítido a necessidade de caça-níquel, mesmo que não houvesse material bastante a ser trabalhado.

the-hobbit-the-desolation-of-smaug-smaugThe Hobbit: The Desolation of Smaug (2013 – EUA/NZL) estrelaestrelaestrela_cinzaestrela_cinzaestrela_cinza

Nas trilogia, os filmes do meio, sempre parecem corpos estranhos, um tronco sem membros e cabeça. Afinal, funcionam mais como um rito de passagem entre aquele filme que apresentava a história e o que trará o desfecho. Esse segundo capítulo da saga de Bilbo (Martin Freeman) e a turma de Elfos, anões e Orcs, não é diferente. Contudo, há alguma vantagem dessa vez, este é bem melhor que o anterior (o que não quer dizer muita coisa).

Continua a sensação de sequencias esticadas, de pouquíssima história e muita aventura para cumprir a necessidade de transformar o livro (O Hobbit), numa nova trilogia. Peter Jackson faz esforços, mas é pouco material para trabalhar. Com isso, muita correria, muito hobbit desviando de dragão, muito mais do mesmo causador de desinteresse espontâneo. Uma trilogia que deveria ter sido um único filme.

falcaonegroemperigoBlack Hawk Down (2001 – EUA) estrelaestrelaestrela1_2estrela_cinzaestrela_cinza

Ridley Scott parte para o cinema verdade. O exército americano intervindo durante a Guerra Civil na Somália. Uma operação preparada para prender dois líderes da guerrilha, toda a operação não deveria durar mais que uma hora. A resistência acaba sendo mais eficiente do que se esperava, dois helicópteros são abatidos e a luta para salvar os soldados dura mais de quinze horas pelas ruas da cidade. Saldo de dezenove americanos e centenas de somalis mortos. Scott gravou seu filme como um documentário in loco, acompanhando a guerra real. As cenas são duras e sangrentas, a fotografia escura e os uniformes confundem um pouco os soldados, o ritmo alucinante vem da câmera na mão, tremendo sem parar. Pequenos becos, o medo do ataque inimigo.

Há os toques de sentimentalismo e patriotismo americano, afinal é um filme de Ridley Scott. O elenco, uma constelação de promissores astros (Eric Bana, Josh Hartnett, Ewan McGregor, Orlando Bloom). Soldados encurralados enquanto os somalis lutam por um pouco de comida, pela situação tão precária de seu país. Os três soldados perdidos até trazem um ar cômico, mas o ritmo é mesmo de metralhadoras disparando, e ferimentos que doem no público de tão “reais”.