Posts com Tag ‘Oscar de Filme Estrangeiro’

peterotoole O adeus a Peter O’Toole [Screen Daily]

 12 Anos de Escravidão ganhoou todos os premios divulgados da semana, além de encabeçar a lista de indicados ao Critics’ Choice, vai ficando difícil pensar em outro filme para o Oscar [Critics’ Choice]

 Festival de Berlim vai ganhando corpo, Alain Resnais é o nome de peso, entre os presentes na Mostra Principal, no link a lista dos confirmados [Berlinale]

 Ainda falando em Berlim, o polêmico Ninfomaníaca, de Lars Von Trier, foi escalado fora da competição. Aquela confusão em Cannes o afastou mesmo do festival francês [Berlinale]

 Saiu a lista dos 9 pré-indicados ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (normalmente, a mais interessante lista). Infelizmente O Som ao Redor ficou de fora, A Grande Beleza pinta como favorito [Uol Cinema]

 E como ele deve ganhar o Oscar, segue algumas críticas de 12 Anos de Escravidão, enquanto o filme não chega [Slant Magazine] [Rotten Tomatoes] [The Guardian]

 Trailer de The Grand Budapest Hotel, o novo de Wes Anderson [Omelete]

Kokuhaku / Confessions (2010 – JAP)

Aparentemente o ano de 2010 colocou o bullying no mapa dos assuntos que o mundo todo domina, discute, e não consegue mover uma palha para aliviar essa prática. Gente que não sabe uma palavra em outra lingua já sabe o que é bullying, discute-se nos bares, nos onibus, enquanto vão levar o cachorro passear. Aqui, o cineaste Tetsuya Nakashima eleva o tema à enésima potencia, acrescenta tragédia, violencia juvenil, suspense e violencia, quase um manga japones com sua estética plastificada e excesso de slow motion, que quer se levar realmente a sério.

Optasse por um filme macarronico à la Tarantino, com um pouco mais de sangue, e atrairia multidões, fazendo todo esse carnaval visual num drama sobre a morte de uma criança de quatro anos e a vingança da mãe contra os garotos responsáveis por essa brutalidade, só se obtem um filme de mau gosto, tolo, e exageradamente excessive. A necessidade de afirmar seus temas se faz de maneira absurda, um grupo de serial killers de 13 anos. Num conjunto de cenas que beiram o ridículo, temas tratados de forma até infantilizada, quase como se um daqueles jovens de 12-13 anos estivesse à frente da camera. A história narrada sob as confissões de 6 pessoas alcança o status de um dos piores filmes vistos na vida (todo o prólogo com a professor fazendo declarações chega a ser constrangedor).