Posts com Tag ‘Sylvain Chomet’

os-simpsons-sylvain-chomet A cineasta Sylvain Chomet (As Bicicletas de Belleville) criou uma charmosa versão francesa para a famosa abertura do seriado Os Simpsons [Youtube]

 A polêmica do pós-oscar foi a possível briga entre o diretor Steve McQueen e o roteirista do filme, John Ridley, que estaria brigados e por isso não agradeceram, um ao ooutro, nos discursos do Oscar. Links para o texto que acusa a briga [The Wrap] e outro em que Ridley nega [The Playlist]

 Essa semana foi divulgado do lineup com os filmes que estarão na próxima edição do Festival de Tribeca, em Abril próximo. Quem sabe nesta edição os filmes sejam mais empolgantes! [Indiewire] e também as mostras paralelas [Screen Daily]

 Na próxima quinta estreia Alemão, novo filme de José Eduardo Belmonte, com Cauã Reymond como chefe do tráfico na favela do Alemão, veja o trailer [Youtube]

 Poster salternativos criados por alguns artitas para o novo filme da franquia X-Men [O Capacitador]

 Versão em video baseada no livro 1001 Filmes para Ver Antes de Morrer [Youtube]

 Entrevista com Wes Anderson sobre The Grand Hotel Budapest [Little Wihite Lies]

 Não caio nessa discussão tola de que a TV é melhor que cinema, mas a qualidade de algumas produções vem complementando muito bem o que pode ser visto na telona. Especialmente quando se fala em Serial Killers, a tv cria uma onda de seriados com todos os estilos possíveis. de True Detective e Sherlock até The Killing e Dexter. Mas, brincando com essa disputa entre cinema e tv, Hannibal é um dos novos seriados que tem ganho elogios por todos os lados, e como todo mundo conhece a trilogia do cinema do Dr. Hannibal Lecter, vale uma conferida [Slant Magazine]

O Mágico

Publicado: fevereiro 22, 2011 em Uncategorized
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Mas o Oscar desse ano é de Toy Story 3, ninguém tasca

L’illusionniste (2010 – FRA)
 
Apenas dois longas de animação e Sylvain Chomet já tem seu estilo delineado (até seu segmento de Paris, Te Amo, tem a força da sua mão), essa coisa de vanguarda, toda a concepção visual forte e envelhecida, esse tom de fábula melancólica, a beleza entre tons pastéis e o flerte com o mudo. Nos anos cinquenta, um mágico se vê em decadência, o público está interessado na novidade, nos concertos de rock. Enquanto ele tenta se adaptar a sua nova realidade (deixando de lado os teatros para participar de casamentos, festinhas, promoções de marketing numa vitrine), em paralelo “adota” uma doce e encantadora jovem com seus sapatinhos gastos e uma inocencia latente.

Baseado num roteiro inacabado de Jacques Tati, o filme é descaradamente (e ai está o mais delicioso de seus aspectos) uma homenagem ao cineasta criador de Sr. Hulot, e essa conexão do cinema de Chomet e Tati parece fazer sentido, o tom de fábula ganha contornos da dificuldade de adaptação à modernidade, e a maneira terna e encantadora com que Chomet trata de seus personagens se aprimora com o requinte visual. Não chega a me emocionar ou contagiar, as grandes cenas dão lugar a minúcias cheias de afeto que resgatam um leve sorriso amistoso nos lábios do público.

As Bicicletas de Belleville

Publicado: fevereiro 21, 2011 em Uncategorized
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E entramos na reta final de mais um Oscar, esta semana pretendo postar alguns dos indicados que ainda estão faltando, começando pela animação O Mágico, mas antes vamos ao filme anterior de Sylvain Chomet que ficou muitas e muitas semanas em cartaz nos cinemas brasileiros.

The Triplets of Belleville (2003 – FRA)
 
O visual envelhecido da animação dirigida por Sylvain Chomet é simplesmente um charme, aquele estilo cabaret, a musica interpretada pelo trio de moças, as cores e formas do desenho. Depois ele realmente apresenta sua cara, praticamente mudo narrando a história de uma avó cuidando de um neto ciclista. O cansaço apresentando pelos contornos dos ciclistas durante o Tour de France realça o esforço físico, sem dúvida estamos falando de uma animação triste, de certo modo bastante pesada em seu clima. Infelizmente não chega a deslanchar, o charme visual permanece, o tom de humor é muito tímido e a aventura toma um tom quase épico quando a avó parte na esperança de salvar o neto seqüestrado por uma gangue que realiza corridas clandestinas para ganhar dinheiro com as apostas.